PERFIL 25 REPORTAGEM No desempenho térmico e acústico, “os nossos perfis PVC Cortizo proporcionam valores de isolamento que respondem às exigências mais avançadas do mercado. No clima português, o impacto mais imediato para o cliente é a eliminação de condensação e o conforto acústico e térmico”. Na rapidez de instalação, “a produção nacional e a integração fabril permitem-nos encurtar prazos tanto em obra nova como em reabilitação”. Já na redução da pegada carbónica, “apostamos no PVC, um material intrinsecamente isolante, com durabilidade comprovada superior a 40 anos e reciclável em fim de vida. A produção em duas fábricas em Portugal, nomeadamente Lisboa e Aveiro, reduz ainda a pegada logística associada ao transporte de produto acabado”, detalha a responsável. Segundo Olga Semenchenko, foi crucial para a WinDoor marcar presença na Tektónica 2026, onde apresentou a sua aposta em soluções de caixilharia PVC de alto desempenho, com destaque para três áreas: “no isolamento acústico, os sistemas Cortizo A70 (cinco câmaras) e A84 de folha oculta, combinados com vidro laminado acústico, permitem atingir até 46 dB de isolamento acústico. Uma resposta direta à crescente exigência urbana e a programas como o Menos Ruído, que subsidia a substituição de janelas em zonas de exposição ao ruído aeroportuário na região de Lisboa; na eficiência térmica, a série A84 atinge valores de Uw desde 0,74 W/m2K, alinhados com as metas exigentes da regulamentação europeia, numa estética minimalista de folha oculta que responde à linguagem arquitetónica contemporânea; na sustentabilidade, o PVC oferece uma equação muito competitiva: isolamento térmico intrínseco, durabilidade superior a 40 anos, manutenção mínima e reciclabilidade em fim de vida. Aliado à nossa produção 100% nacional, com duas fábricas e vidreira própria, isto traduz- -se também numa pegada logística reduzida”, sublinha. WINSIG “A principal tendência é a integração da informação” Enquanto consultora tecnológica com atuação no setor da construção, entre outros, a Winsig entende que “a envolvente do edifício está a ser marcada por uma maior exigência técnica, maior pressão sobre os custos e uma preocupação crescente com a eficiência energética, o desempenho térmico e acústico”. De acordo com Nuno Archer, CEO da empresa, “a principal tendência é a integração da informação. Face à diversidade de materiais e entidades envolvidas, já não chega gerir obras com ficheiros isolados ou informação dispersa; é necessário integrar orçamentação, compras, subempreitadas, materiais, equipamentos, mão de obra, autos de medição e controlo financeiro”. Outra tendência relevante “é a necessidade de conhecer, em tempo útil, a rentabilidade real de cada projeto para corrigir desvios antes que comprometam a margem da obra”, sublinha. Na Winsig, a digitalização é um meio para centralizar as informações no sistema de gestão Cegid PHC de forma mais rápida e ágil. Desta forma, “as empresas conseguem aliviar o trabalho administrativo das equipas operacionais e libertá-las para tarefas de valor acrescentado. Este facto é fundamental para aquelas que precisam de controlar melhor os prazos, custos, recursos e margens. No contexto da envolvente do edifício, esta capacidade é relevante porque permite maior controlo sobre a execução, os materiais, as subempreitadas, os equipamentos e os custos associados a cada obra”, comenta Nuno Archer. Na última edição da Tektónica a Winsig destacou o WIN Construção, uma solução desenvolvida pela empresa e integrada com o Cegid PHC, criada para apoiar as empresas do setor da construção na gestão das suas obras. “Esta solução permite acompanhar os custos e as receitas por projeto, controlar os autos de medição, gerir contratos de subempreitada, controlar os custos de obra, acompanhar os equipamentos e ter informação atualizada sobre o desempenho de cada projeto”, explica Nuno Archer. O principal objetivo do WIN Construção é “dar às empresas uma visão mais clara da rentabilidade de cada obra, com informação fiável, acessível, integrada e em tempo real no sistema de gestão Cegid PHC”, destaca. n
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