77 PERFIL EMPRESA Territorial de Portugal, e Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves, entre outras autoridades. Durante o evento, Raquel Cortizo, diretora-geral da multinacional, afirmou que esta nova fábrica estará equipada “com as mais recentes inovações do setor e tecnologia de ponta aplicada à transformação do alumínio”. Desde a extrusão até aos acabamentos superficiais, os processos estarão interligados através de “sistemas avançados de robotização”, sublinhou. Se tudo correr conforme o previsto, a empresa espera concluir as obras no final de 2027. Nesse caso, Raquel Cortizo garantiu que a produção teria início no mês de dezembro desse mesmo ano. A nova fábrica foi avaliada positivamente por Manuel Castro Almeida. O ministro da Economia defendeu que esta infraestrutura irá criar condições propícias ao aumento das exportações do país. Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Chaves saudou a decisão da multinacional de se instalar no distrito, uma vez que se trata de “um dos maiores projetos empresariais levados a cabo no município”. Com este projeto, a Cortizo continua a consolidar a sua presença em Portugal. A atividade remonta há várias décadas, uma vez que a multinacional realizou as suas primeiras vendas no país em 1989. Em 2002, a Cortizo Portugal viu a luz do dia com a criação da sua primeira delegação em Vila do Conde, a partir da qual atendia o norte do país. Dez anos depois, a rede logística da empresa expandiu-se para sul, com a abertura da delegação de Rio Maior. Ambos os centros viram recentemente a sua área duplicar, graças à crescente procura no mercado português. Neste contexto, agora, após mais de 30 anos de relações entre a empresa e o país luso, a Cortizo avança com a construção deste centro produtivo em Chaves, “que será fundamental para a economia portuguesa”. n "A nova fábrica estará equipada com as mais recentes inovações do setor e tecnologia de ponta aplicada à transformação do alumínio" - Raquel Cortizo, diretora-geral da Cortizo
RkJQdWJsaXNoZXIy Njg1MjYx